A nossa equipa

  • No Campo
O Duarte o meu filho mais velho, começou a trabalhar na Quinta logo no inicio do projeto, tal como eu fez de tudo um bocadinho, hoje é o responsável pelo campo.
Cada vez mais empenhado e com muita vontade de que tudo dê certo.
Dizem que não é fácil trabalhar com a família e nós dois bem o sabemos,  mas o que mais me alegra e me faz sentir que vale mesmo a pena é saber que pensamos do mesmo modo nas grandes decisões, as que têm a ver com valores, princípios e caminhos a seguir. O resto são “peaunuts” que vamos ter que aprender a gerir.


O Xico trabalha na Quinta há 30 anos,  é o nosso braço direito no campo. Tudo o que sabe aprendeu a fazer e a ouvir. Se há gente que no campo faz a diferença são pessoas como o Xico , os que viveram sempre com os pés na terra, tanto literal como figurativamente. Quando queremos uma opinião assertiva é ao Xico que a vamos pedir. Um homem de confiança.

O Boonchu  foi o primeiro tailandês a vir trabalhar connosco. Chegou em Dezembro de 2011. Se na época foi difícil o entendimento mútuo, hoje entendemo-nos às mil maravilhas. Sempre igual, sempre no mesmo ritmo, sempre com um sorriso e um agradecimento, sem surpresas, é assim o Bonchu.  Tão bom, que resolvemos multiplicar por 3 .

Um ano depois vieram o Chaiwat. A mesma dedicação, o mesmo empenho o mesmo ritmo .
Em 2015 entraram o Prathueang e o Saengphet.
É  um gosto trabalhar com eles.

O João Maltesinho é o nosso “miúdo”. Começou a trabalhar connosco em  Março de 2015, com 21 anos. Era um miúdo , na altura não o levei muito a sério mas a verdade é que estes anos têm feito o Maltesinho crescer e aprender. Com a sua inseparável boina é um agricultor de corpo e alma. Substitui, com algum sacrifício, os meninos das entregas nas férias destes.

Dizem que na vida nada é por acaso e o Helder vem sem dúvida confirmar esta frase.
Começou a trabalhar connosco em Agosto de 2017, tem 31 anos e nunca tinha conseguido um emprego, só, só mesmo, porque é surdo. Agarrou esta oportunidade com unhas, dentes, mãos e pés. O Helder é um trabalhador TOP, incansável e agora um homem feliz.

  • No armazém
A Bela está na Quinta desde 1992. A Mena desde 1997. Mal sabiam elas quando vieram para cá que um dia iam ser profissionais a fazer cabazes. Estão na história desde o cabaz número um, quantas vezes não me disseram  “- Já não vamos conseguir fazer mais” muitos dias a acharem que estávamos no nosso limite ... e temos aprendido juntas que os limites podem ser sempre ajustáveis.
Com a ajuda de novas instalações, novos procedimentos  e cada vez mais know how até elas se espantam com a quantidade de cabazes que afinal conseguem fazer todas as semanas.

Em 2015 o Sr. João veio fazer um estágio do IEFP para a Quinta. Foi um mês a inventariar, limpar, arrumar todas as ferramentas . Correu muito bem, foi convidado a ficar. Com jeito para quase tudo, foi a fazer  “quase tudo” que ficou. Passou pelo campo e foi parar ao Armazém. Exemplo vivo da polivalência essencial numa pequena empresa. É bem provável que ainda passe por outras experiências.

O David chegou no fim de 2014  direto para a distribuição. Indicado pela Sara, a verdade é que foi o bem que a Sara disse dele que me fez escolhê-lo entre todos os candidatos. A falta de experiência na distribuição não foi um impedimento para agarrar a oportunidade e proceder sempre de um modo super profissional. Em Abril de 2017 havia uma vaga aberta para o armazém e ele pediu para mudar. Sem dúvida que as entregas são um trabalho pesado.

Em Setembro de 2017, depois de a conhecermos durante a apanha da pêra desse mesmo Verão... a Anabela entrou para a equipa do armazém. Tem-se revelado muito pretável e um membro fundamental para que tudo fique pronto a horas. 

  • Nas entregas
O Pedro chegou cá um belo dia em Outubro de 2014, assim sem mais e disse que gostava muito de vir para cá trabalhar fosse no que fosse. Na altura fazia falta alguém no campo e foi lá que foi parar todo feliz. Mais tarde surgiu a necessidade de ter uma segunda pessoa nas entregas e o Pedro passou para as entregas todo feliz. O Pedro é realmente daquelas pessoas quase únicas e que qualquer empresa quer como trabalhador. Sempre pronto, sempre disponível, super eficiente , sempre sorridente, sempre feliz.

O Eduardo começou a trabalhar connosco  em Abril de 2017, veio substituir o David e fê-lo muito bem. Sempre solicito, bem disposto e super simpático  é um super elemento na equipa das entregas .

O Alexandre juntou-se à equipa de distribuição em Setembro de 2017... e está quase pronto para começar as entregas!

O Duarte Belo é o nosso parceiro que faz as entregas no Concelho de Sintra e na Margem Sul.
O Duarte tem a sua empresa e trabalha em exclusivo para a Quinta. Foi um desafio que lhe propusemos e aceitou.
Super organizado e atento aos pormenores, gosta que tudo corra na perfeição. Enquanto não tem o carro carregado e as faturas na mão para sair não nos dá descanso.
Não tenho duvida de que, apesar de alguns dias de mau feitio, está neste projeto com toda a alma e coração.

  • No escritório
Bruna veio trabalhar para o escritório em Fevereiro de 2014, é ela que recebe as encomendas dos clientes, as processa, faz as encomendas aos fornecedores e fatura cabaz a cabaz. A Bruna é o nosso “tailandês” no escritório. Sempre ao mesmo ritmo, sempre disponível, sempre com um sorriso, sempre paciente. A Bruna não muda nunca o tom de voz, mesmo no meio de um holocausto, sempre pausado, calmo, sereno. (diz que já não é bem assim .. que mudou, que está mais refilona.. ainda não dei por isso).
Transmite confiança e tranquilidade. Eu sei que a Bruna nunca deixa de fazer o que lhe compete. O que mais me admira (e acho que nunca lhe disse) é que em todos estes anos, com vários milhares de faturas processadas não deve ter errado mais de 10 vezes.

A Sílvia teve uma incursão de um mês na Quinta no início de 2014. Saiu para ir atrás de um sonho,  trabalhar em contabilidade, mas deixou-nos cá a Bruna. O pouco tempo que cá esteve deu para perceber o organizada, metódica e eficiente que é. A vida dá alguma voltas e três anos depois, porque precisamos de aumentar a nossa equipa do escritório, cá veio parar outra vez. Espero que a impressão que me deixou se mantenha inalterada e que desta vez fique durante muitos e longos anos.

Havia uma miúda que estava sempre disponível para trabalhar, fosse nos mercados, ao fim de semana no armazém numa altura em que foi preciso embalar para as lojas, nos eventos, na nossa banca da Ribeira ... a Mariana estava sempre presente. E não era uma presença qualquer. A Mariana estava sempre em tudo de corpo e alma e se possível ainda pés, mãos, pernas, braços..., tudo.
Claro que, querendo ela, eu também queria que acabando o curso viesse trabalhar connosco . Que mais pode uma empresa querer do que alguém que sente a empresa como verdadeiramente sua, exageradamente sua? Que sofre, que se dedica, que se preocupa, que respira a Quinta. A  Mariana é criatividade. As artes, sejam elas quais forem, correm-lhe nas veias. Mas corre-lhe muito mais ... porque gosta de muitas áreas, porque é boa em muitas áreas, porque tem uma cabeça que anda literalmente a 500 km à hora., o único problema é conseguir parar. Juntando tanto que lhe corre nas veias com o sitio onde está de alma e coração a combinação só pode ter resultados estrondosos.

A Ana veio trabalhar em conjunto com a Mariana no marketing. Pode parecer estranho uma empresa pequena ter duas pessoas no marketing mas a verdade é que temos MUITOS clientes e que requerem atenção constante, temos também e felizmente um restaurante e uma academia que tem cada vez mais solicitações para eventos, almoços e jantares de grupo e uma academia com cada vez mais cursos a acontecer . E a verdade é que apesar de só ter começado há uns dias já está a sentir a velocidade a que se anda por aqui. Porque acabou de entrar no momento em que escrevo e apesar de, pela atitude demonstrada face ao desafio proposto, ter a certeza que foi uma ótima “aquisição”, ainda terá que passar mais algum tempo para ter mais para dizer sobre a Ana.

  • No Restaurante
O Chef João começou a trabalhar connosco em janeiro de 2016. Há coisas engraçadas na vida. Conheci o João como cliente, com muita vontade de começar a usar produtos biológicos no restaurante onde tinha acabado de começado a trabalhar. Nunca me passou pela cabeça que um dia pudesse querer vir trabalhar para a Quinta. Fiquei muito contente quando tal se proporcionou. Sereno, ponderado, organizado, alguém que transmite confiança e acima de tudo uma excelente pessoas e excelente cozinheiro. Tenho a certeza que o Restaurante da Quinta vai chegar longe nas mãos do João.

A Marta também começou em janeiro como braço direito do João. É cumpridora, organizada e sempre disponível. Criaram uma equipa maravilha. “Pegam-se” com alguma frequência , mas claro, no bom sentido. Acredito que tem sido uma experiencia top para a Marta trabalhar com o João e para nós é maravilhoso perceber que as coisas rolam com tanta facilidade lá para os lados da cozinha. 

A Mariana apareceu recomendada por uma amiga para gerir a sala e mercearia. A “Mariana grande” como diz que sempre lhe chamaram faz tudo em grande. Tem tanto de grande nos dias em consegue “fazer” a sala sozinha como ela diz, como nos dias em que acorda em redemoinho, como quando aceita os reparos, como nos dias em que chega feliz e contente. A Mariana é um turbilhão grande de emoções. Há dias em que acorda com os pés de fora ... nesses dias vai ter que aprender a calçar umas meias ?

A Fátima, na copa, juntou-se à equipa em outubro.

  • Nos Mercados
São estudantes universitários que fazem os nossos mercados ao sábado. Sinto orgulho nesta malta nova que estuda durante a semana e que ao sábado se levanta às 6:00 da manhã para ir fazer os 3 mercados onde estamos, Campo Pequeno, Príncipe Real e Cascais. Faça chuva, faça sol, ou tempestade lá estão eles.
Ontem foram uns, que entretanto já acabaram o curso e começaram a trabalhar, hoje são outros e amanhã serão ainda outros mas todos com a mesma vontade de fazer o melhor.
Hoje a Catarina, o Carlos, a Vera, o Gonçalo, a Leonor, o Marcelo, a Sofia e o Daniel dizem presente.

  • Em casa
A Filipa que trata de nos ter sempre bem tratados, sempre preocupada com toda a família. E apesar de ser em nossa casa o lugar dela, é também ela que acode sempre que há fogo no armazém ou na cozinha do restaurante.

  • Um bocadinho em todo o lado
Sou eu, a Luísa.

Um dia tive uma ideia, da ideia nasceu um projeto, do projeto nasceu a obra, da obra está a nascer uma vida. E esta ideia, este projeto e esta obra um dia vão ter vida própria, tal como os meus filhos, e não vão depender de mim.
Nesse dia vou ter outra ideia…

  • As amigas
Que ajudaram estando presentes quando foi mais preciso e tão importantes que foram e são na evolução desta Quinta. Com trabalho “pesado”, com animo ou com investimento. A Lena, a Leonor, a Teresa, a Manela cada uma delas tem um bocadinho de si aqui.

Bem hajam todos os que aqui dão e/ou deram  tanto de si.